quinta-feira, 31 de maio de 2012

Procura-se dono de uma calcinha encontrada no plenário da Câmara


Há duas semanas um mistério ronda a segurança da Câmara dos Deputados e preocupa um deputado saliente. Por volta das 17h, no horário da Ordem do Dia, esse deputado chegou correndo para votar, e na entrada principal do plenário, próxima à Mesa, mexeu nos bolsos e sem ver, deixou cair a prova do crime: uma calcinha - mais para calçola - azul e vermelha, com babadinhos nas laterais.
Sem saber que deixara para trás o fetiche, o parlamentar foi para o meio do plenário. Um dos seguranças, vendo a calcinha estendida na entrada do plenário, sem despertar a atenção dos parlamentares, assessores e jornalistas que se amontoam na entrada, deu um chutinho discreto, empurrando a lingerie para o lado da lixeira.
Avisado pelos seguranças, um assessor do presidente Marco Maia (PT-RS) recolheu a calcinha e a escondeu no bolso. A partir daí, a peça íntima foi examinada por assessores, jornalistas e seguranças à exaustão. A única conclusão: a peça foi usada antes e não pertence a uma sílfide.
Sem saber o que fazer com o achado, a calcinha foi recolhida "aos achados e perdidos" da Segurança da Câmara. Até agora não foi reclamada por nenhum parlamentar.
Globo

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Policiais do 4º BPM e Polícia Civil prendem acusado de furtar caprinos na região de Pedro Régis, Jacaraú e Curral de Cima.


Por volta das 4h da manhã da última quarta-feira (23), os policiais do Serviço de Inteligência do 4º BPM, em conjunto com o Grupo Tático Especial da Polícia Civil (GTE), efetuaram a prisão de Antonio José dos Santos, 25 anos, vulgo Galego Taveira, acusado de praticar vários roubos na região de Pedro Régis, Jacaraú e Curral de Cima.
Ao ser preso pela policia o acusado disse que essa era a segunda vez que vinha a Guarabira comercializar esses animais, no parque de exposição municipal.
“Galego Taveira” roubava os animais na zona rural de Jacaraú, Pedro Regis e Curral de Cima e depois trazia os animais para Guarabira, em uma moto Honda Broz, de sua propriedade, numa caixa de madeira que também foi apreendida pelos policiais.
Os policiais de Jacaraú, Curral de Cima e Pedro Régis informaram aos policiais de Guarabira que “Galego Taveira” não agia sozinho nesses roubos. Ele contava com a ajuda de outros dois elementos identificados até o momento por Elias e Branco, que estão sendo procurados pela polícia.
Segundo o sargento Cirino, do Serviço de Inteligência, “Galego Taveira” roubava esses animais e já tinha uma pessoa certa para comprá-los, por nome de “Manoelzão”, da cidade de Belém que, inclusive já foi ouvido pelos policiais e disse que realmente comprava os bichos, mais não sabia que eram produto de furto.
Redação com o Blog do Jean Ganso.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A inveja é triste


Todos nós em algum momento de nossas vidas já fomos vítimas da inveja alheia, certamente. Muitas vezes nos questionamos o porquê de tal sentimento, já não nos consideramos alvo de inveja.
Mas a inveja, um pecado capital, demonstra a pequenez do ser humano, que não se conforma em ver o outro em uma situação um pouco melhor, mesmo que isso nem seja verdade. Acredito e sempre acreditei que cada um tem aquilo que lhe é de direito. Correr atrás dos sonhos, lutar pelo que se quer, conquistar objetivos são possibilidades para todos, claro que guardadas as devidas proporções, mas todos podemos conquistar coisas, mudar nossas vidas, só depende de não ficarmos conformados com nossas situações e invejando aqueles que tiveram a coragem de ousar.
A inveja faz mais mal para o invejoso do que para o próprio “objeto” da inveja, mas não deixa de atingir aquele que é vítima. Primeiro vem o desânimo e o questionamento sobre o que realmente as pessoas acham que você tem que seria de tanto interesse para elas... Depois vem o desgaste de viver sempre com alguém à sombra, esperando que algo de errado para você para que você possa dizer “bem feito”... Ou então sempre ser assunto para os outros.
Inveja é coisa de gente desocupada, de má índole, de gente pequena. Claro que existe a “inveja boa”, mas que eu não classificaria como inveja e sim como “modelo” para que as pessoas se inspirem. Isso não é inveja, é sim, vontade de ter também o que os outros têm e não o que eles têm. É preciso saber dosar muito bem esse sentimento.
Todos somos humanos e, certamente, um dia já sentimos um pouquinho de inveja de alguém, até aí tudo bem. O problema é viver a vida inteira á sombra dos outros, das conquistas dos outros, alimentando sentimentos pequenos e torcendo para que os outros se dêem mal... Pense bem, avalie seus pensamentos, atos e palavras e reflita se o que você quer é de seu merecimento ou você só quer porque outros já têm...
Teredocarmo

A síndrome da inveja


O sucesso não existe, na verdade, as pessoas nunca devem buscar o sucesso, ele tem que ser conseqüência de um bom trabalho.
 
Certa vez um amigo me disse; “o sucesso incomoda e incomoda muito, uma vez que ele te expõe, você passa a incomodar as pessoas menos preparadas ficando a mercê da inveja e da ingratidão”.

Respondi a ele que o sucesso não existe, na verdade, as pessoas nunca devem buscar o sucesso, ele tem que ser conseqüência de um bom trabalho, de fazer as coisas certas com dignidade e ética. Sabemos que existem pessoas que buscam o sucesso a qualquer preço e neste sentido os valores morais não têm importância. Podemos comparar isto àquelas empresas que têm como missão apenas o lucro, ou aqueles gestores cujos únicos valores estão inseridos em uma planilha de Excel, neste sentido para eles o fim justifica os meios, mas, felizmente, não conseguem sobreviver por muito tempo. O fato é que quem brilha está sujeito à inveja e inveja é um sentimento extremamente feio, aliás, é muito mais do que isso se trata de um dos sete pecados capitais e com certeza o maior dos pecados.

A inveja não brilha, esta afirmação nos faz lembrar de uma antiga estória da cobra que começou a perseguir um vaga-lume que só vivia para brilhar. Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada... Mas, no terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra;
- Posso fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas, já que vou te comer mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Te fiz alguma coisa?
- Não.
- Então por quê você quer me comer?
- Porque não suporto ver você brilhar...

Uma das causas mais influentes de nossa infelicidade é a inveja. Falar de inveja é falar de comparação. Quando uma pessoa se compara a outra e se sente inferior, em algum aspecto está com inveja. Não estamos afirmando que toda vez que uma pessoa se compara a outra está com inveja, estamos dizendo que nunca poderá haver o sentimento de inveja se não houver a comparação.

A inveja é a vivência de um sentimento interior sob a forma de frustração, de tristeza, de mal-estar, por nos sentirmos menos, por não sermos o que os outros são. É o desequilibro íntimo oriundo de um sentimento de inferioridade, fruto da comparação que se faz em relação à outra pessoa em algum aspecto específico. Quando impedimos que alguém se desenvolva em todos os sentidos, estamos tentando esconder todas as nossas frustrações pessoais e principalmente o prestar contas com nosso próprio potencial não efetuado. Aferir nosso potencial perante outrem sempre será doloroso e quanto maior for o sentimento de estarmos aquém de alguma expectativa ou de determinada pessoa, maior será a possibilidade de se deflagrar um sentimento de inveja. Em algumas ocasiões perdemos o controle, então, surge a vingança. Infelizmente isto se dissemina muito mais rapidamente no mundo corporativo e quanto maior for o complexo de inferioridade de uma pessoa mais combustível é liberado para aumentar a chama da inveja, naturalmente, para àquelas pessoas que são fracas. O efeito colateral disso, é que a cada dia fica mais difícil criar um clima psicológico saudável dentro da empresa, e acabamos sendo vítimas da sabotagem social e pessoal.

A verdade é que muitas pessoas não estão preparadas para administrar suas próprias frustrações e ficam absortas pela fúria quando as coisas não saem como planejaram. O motivo é que estas pessoas não possuem nenhum treino para a contrariedade ou crítica, seja construtiva ou não, é muito difícil para elas admitir o sucesso de uma outra pessoa e o sentimento resultante é a inveja. O invejoso não inveja o que é de uma outra pessoa, mas o que esta pessoa é. Ele não consegue perceber que jamais poderá ser esta outra pessoa, e que insistir nesta empreitada é perda de tempo, pois, deixa de desenvolver suas potencialidades e deixa passar a oportunidade de brilhar com sua própria luz. O tributo maior cobrado pela inveja é estar à sua disposição constantemente, exaurindo esta energia negativa em direção a algo que realmente poderia dar certo. Estas pessoas deveriam usar sua energia para construir algo realmente positivo, mas, infelizmente, não o fazem.

Para amenizar a angustia para aqueles que sofrem as conseqüências deste sentimento podemos dizer que as coisas ruins existem e acontecem para nos fortalecer também, por esta razão é necessário ser otimista e encarar que estas pessoas passam por nossas vidas para nos dar a oportunidade de exercitar valores como paciência, tolerância e outros. Sabemos que no geral somos muito sensíveis às experiências negativas e frustrantes, e necessitamos da novidade para reaver nosso equilíbrio psicológico e este apenas se manifestará no ato criativo, na certeza interior de sempre produzir algo, porém, muitas vezes a vaidade pessoal fala mais alto.

As pessoas sempre procuram se identificar com o vencedor e muitas sofrem de um terrível medo de a cada dia estar mais distante desse ideal internalizado. Na verdade, a compaixão não é tanto pelo fracasso de não conseguir os mesmos resultados de uma pessoa de sucesso, mas, principalmente, autopiedade por toda a sua insegurança. A inveja é um dos sentimentos mais difíceis de ser aceito pelo ser humano, embora em nossos tempos e nos meios corporativos talvez seja o mais vivenciado, quando deveria ser o contrário onde a amizade, o companheirismo, a ajuda mútua deveriam caminhar paralelamente. Se desde cedo o ser humano não aprender que existirá sempre um muro para o desenvolvimento pleno, com certeza cedo ou tarde as coisas se complicarão. Neste cenário a única opção que temos para alcançar o sucesso na empresa e da empresa é buscar qualidades como confiança, determinação, união e outras, ou seja, a confiança, a entrega, a dedicação e principalmente a fidelidade a causa, ao objetivo comum de todos. Tem que aceitar que a sociedade em que vivemos é sempre comparativa nos seus vários instrumentos de transmissão cultural e no ambiente profissional isto se materializa com muita freqüência.

A inveja é o termômetro dos ataques ou injustiças dirigidas, o grande problema é achar que este sentimento é o mesmo que destrutividade o que não é verdade, obviamente, um ato destrutivo pode ser resultante de um sentimento de inveja acumulativo, porém, não podemos esquecer que este sentimento de inveja pode também ser benéfico ao mostrar a nos o que causa o mal estar.

Por isso é preciso perdoar estas pessoas e seguir em frente. Perdoar sempre será um ato que implica o extremo peso do passado, mas, temos que estar cientes e conscientes de que haverá sempre uma energia extra e por respeito ao nosso íntimo devemos prosseguir, isto não significa esquecer, pois, perdoar não é esquecer é viver em paz.

Não estamos tentando convencer ninguém de que, apesar de tudo, temos que conviver com este sentimento, estamos apenas dizendo que todos estamos sujeitos a isso, pois no fundo, no fundo em cada sentimento de inveja existe um sentimento de admiração. O invejoso quando vê alguém que deveria admirar, tende a diminuir esta pessoa. Esta é a diferença entre as estrelas e os planetas. Cada estrela é de uma grandeza, de um tamanho, como nos, mas tem sua luz própria, brilha com sua própria luz. O planeta não tem luz própria e só consegue brilhar através da luz das estrelas. Por isso que amigo é aquele que fica alegre com a alegria do seu amigo e não o invejoso, que tenta roubar a luz, a alegria do outro. Mesmo porque não se resolve a inveja, o ressentimento, torcendo pela queda do outro, negar as próprias limitações com as limitações dos outros não dá vida a ninguém.

É certo que nada que resulte do progresso humano é conseguido com o consentimento unânime e aqueles que são mais iluminados são condenados a perseguir esta vida apesar dos outros. Parece não ser incomum, no meio corporativo, a sina de se conviver com a inveja, a ingratidão e a ambição de pessoas despreparadas, sem visão futura e que por isso agem nas sombras. Pessoas que passam pelo bosque e só vêem lenhas. Pessoas que carregam as características de perdedoras, que só pensam em minimizar o risco, respeitar a cadeia de comando e não exceder ao orçamento.

O fato é que somente quando formos padrão de nos mesmos, reencontraremos a alegria de ser o que somos, de ter o que temos, de viver como vivemos. Somente o exercício de autocomparação nos levará à auto-aceitação, à realização do nosso próprio tamanho. Portanto, quando se deparar com este tipo de sentimento ao longo de sua jornada seja você mesmo, ou melhor, seja mais você.

Rubens Fava
Administradores

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Câmara aprova registro de candidatos com contas rejeitadas


O Plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira (22), o projeto de lei que estabelece novas regras para a expedição da certidão de quitação eleitoral. O documento é um dos exigidos pela legislação para que uma pessoa possa garantir a sua candidatura. O projeto é de autoria do deputado Roberto Balestra (PP-GO) e altera a Lei Eleitoral (9.504/97). As informações são da Agência Câmara.
A proposta tem como principal objetivo mudar a interpretação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a emissão da certidão. Segundo o autor da proposta, a corte tem entendido que a certidão não será emitida para candidato que tiver contas de campanha eleitoral anteriores rejeitadas. Para Balestra, a jurisprudência foi além do que determina a Lei Eleitoral, que exige, como um dos critérios para a emissão, apenas a apresentação das contas, sem menção à rejeição. O texto aprovado determina que a certidão seja entregue “ainda que as contas sejam desaprovadas”.
O projeto recebeu parecer favorável do relator, deputado Arthur Lira (PP-AL), também autor do requerimento para apreciação da matéria em regime de urgência no Plenário. O texto vai agora ao Senado.
abaladanoticia